Mostrando postagens com marcador Audiovisual. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Audiovisual. Mostrar todas as postagens

domingo, 5 de janeiro de 2014

Festivais de Audiovisual & Outros Links


chamada inscrições abertas


Ver Cine - Festival de Cinema Brasileiro da Baixada Fluminense

Data e local de Realização: 20 e 24 de maio de 2014 no município de Duque de Caxias (RJ)
O que pode ser inscrito? Curtas-metragens (de 30 minutos, com créditos inclusos) e longas-metragens finalizados a partir de janeiro de 2012 e ainda inéditos na cena fluminense. 
Inscrições: Até 15 de janeiro


11º FESTIVAL TAGUATINGA DE CINEMA

Data e local de realização: 19 e 22 de março de 2014 no Teatro da Praça em Taguatinga (Brasília, Distrito Federal)
O que pode ser inscrito? Produções concluídas a partir 2011 captados e finalizados em qualquer formato audiovisual (35mm, 16mm, suportes digitais – minidv, dvcam, hdcam, computação gráfica dentre outros). Não poderão se inscrever obras SELECIONADAS em edições anteriores do Festival Taguatinga de Cinema.
Inscrições: Até 30 de janeiro


6º CINEPORT

Data e local de realização:  04 e 13 de abril de 2014 em João Pessoa (PB)
O que pode ser inscrito: O Festival CINEPORT permite inscrições nas categorias curta-metragem e média metragem ficção, documentário, animação e videoclipe. 
Inscrições: Até 15 de fevereiro


18º Cine PE – Festival do Audiovisual

Data e local de realização: 25 de abril a 3 de maio de 2014, no Teatro Guararapes, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda.
O que pode ser inscrito?  Poderão se inscrever para a Mostra Pernambuco e para a Mostra Curta Brasil produções em ficção, animação e documentário. Curtas ou longas-metrangens em 35mm ou digital HD.
Inscrições: Até 31 de janeiro


Olhar de Cinema - Festival Internacional de Cinema de Curitiba 

Data e local de realização: 29 demaio a 06 de junho de 2014, em Curitiba
O que pode ser inscrito? Longas Metragens (acima de 50 minutos), Curtas Metragens (até 49 minutos), nas categorias de documentário, ficção, experimental, animação e híbridos. Todos os filmes devem ter sido concluídos a partir de janeiro de 2013. 
Inscrições: Até 17 de Fevereiro. 


Abaixo seguem links de sites que vocês podem acompanhar as novidades sobre festivais, mostras, inscrições e outros:

Guia Fala - Guia de Festivais Audiovisual Latino Americanos

Guia Kinoforum 

OBS.: Ainda não está atualizada a lista de festivais 2014.

Ancine - Agência Nacional de Cinema

OBS.: Aqui é para ficar de olho sempre, todos os dias. Notícias, editais, políticas públicas para o setor, festivais, curiosidade. Não deixem de acompanhar, é nosso jornal.

FestHome

OBS.: Plataforma para inscrições online de filmes, além de ser um ótimo guia de festivais.

Cultura & Mercado

OBS.: Um site excelente, vale a leitura diária. Notícias do mundo da cultura em todas as linguagens e categorias. Isso aqui é não é um guia só de festivais, mas de editais, artigos, plataforma de estudos e pesquisas. 


Enfim, é muita coisa, esse mundo virtual é tão vasto que se torna impossível resumir links e outras coisitas. Espero que esses aqui listados ajudem a todos que caminham pelas veredas do audiovisual.

;)
Nathalia Santana

sábado, 4 de janeiro de 2014

"O cinema é uma experiência sensorial", conversa com Carito Cavalcanti

Cinema, do grego Kinema, que significa "movimento", uma técnica que reproduz imagens em movimento. Uma linguagem usada para fins vários, do lazer a doutrinação, um método eficaz para difundir ideias com forte poder de comunicação. Uma história marcada pelo aprimoramento tecnológico e consequentemente pela sensibilidade e contexto do fazer cinematográfico de cada realizador.  
Para começarmos bem o ano falando sobre cinema, mandei um e-mail para Carito Cavalcanti com algumas perguntas e eis as repostas:

Em Portugal acompanhando o grupo de teatro Clwons de Shakespeare
Foto: Ronaldo Costa



1-Como você pensa o cinema?

Carito: Eu penso o cinema sonhando. Cinema antes de tudo como imagem em movimento. Mesmo quando aparentemente parada, se movimentando na respiração do silêncio, entendendo também a dinâmica do aparentemente estático. Gosto do chamado cinema de arte, cinema de autor, viajo em cineastas como Antonioni que diz que um filme não precisa ser entendido, um filme é para ser sentido: "o cinema é uma experiência sensorial". 

2- Quando e como se deu a sua relação com essa linguagem, tanto no âmbito da contemplação, como no fazer?

Carito: Acredito que desde pequeno. Lembro que eu e meu irmão Mario Ivo, ainda crianças, tivemos uma experiência cinematográfica no nosso quarto, quando a partir de uma idéia da revista "Recreio" (que nossa mãe comprava pra nós), montamos uma caixa mágica: fizemos a tirinha de papel com as imagens, a película, que era toda enrolada num lápis, e ao ir enrolando-a no outro lápis as imagens iam aparecendo na caixa mágica de papel, frame by frame... Um ficava fazendo isso, e o outro, distante, com o quarto escuro, jogava um feixe de luz a partir de uma lanterna, para parecer que as imagens estavam vindo de um projetor, como no cinema. O som da radiola da minha irmã fazia a trilha sonora. Ainda lembro a música: "Why can't we live together", de Timmy Thomas, 1973 (http://www.youtube.com/watch?v=Tz1yjKMIfD0&feature=youtu.be). Quando éramos adolescentes, nossa mãe comprou um video-cassete, acho que foi um dos primeiros de Natal... rsrs... E aí a magia se intensificou... Como sempre me interessei por muitas linguagens, acho que naturalmente o cinema ia ganhar um lugar especial, não só por ser mais uma fantástica linguagem, mas por reunir várias numa só. Sempre fui cinéfilo, e em termos de realização comecei fazendo video-poesia, mas ainda usando fotografia, no início dos anos 90, junto com Alexandre Brito Miúda. Nessa época também fiz umas experiências de poesia audiovisual em slides, com Henrique José. Acho que comecei com o cinema desconstruído. Também nessa época lembro que fiz um curso de cinema com Giovanni Rodrigues, e realizei um curta junto com Mario Ivo, onde Marcos Bulhões era um dos atores. Em 2010 retomei as experiências audiovisuais, quando fiz o videoclipe para a poemúsica "Estirado no Estirâncio" d'Os Poetas Elétricos, junto com Julio Castro, que ganhou o prêmio nacional de melhor fotografia no II Fest Clip em Santa Gertrudes (São Paulo). A retomada se intensificou quando através do meu parceiro e amigo Vlamir Cruz, conheci a possibilidade de filmar em câmeras hdslr que me aproximou mais da linguagem do cinema. Foi quando comprei uma parafernália de equipamentos e comecei uma parceria com Joca Soares, que além de realizar filmes autorais comigo também me introduziu no meio do video publicitário. Agora também estou paquerando com Eli Santos e Fernando Suassuna, novos parceiros desse meio mágico, difícil, e muito dinâmico.


3- Quais referências são alicerces para seu pensar e fazer cinematográfico.

Carito: Minhas referências são as minhas reverências: esses cineastas maravilhosos e seus filmes voadores. E são muitos: clássicos, cults, contemporâneos... Assistir filmes é sempre uma escola, ou melhor, várias escolas! Gosto da narrativa não linear, gosto de tempos mortos, gosto da poética do espaço, da percepção subjetiva das coisas, da ambiguidade da fronteira entre o documentário e a fiçcão, das "não-histórias", da investigação da linguagem, do exercício de estilo, das metáforas... silêncios ensurdecedores... Enfim,  como já disse antes aqui: do cinema como uma experiência sensorial. 


4- Quais elementos mais chamam a sua atenção numa obra cinematográfica e por quê? 

Carito: Acho que acabei respondendo um pouco dessa pergunta na cena anterior, ou melhor, na pergunta anterior... rsrs...  Mas posso citar alguns exemplos específicos. No filme "A Aventura" de Antonioni, logo no título ele já coloca em xeque o significado imediato que essa palavra pode ter, colocando-a numa possibilidade existencial bem mais ampla. Veja o que diz Luiz Zanin Oricchio, do Estadão, quando analisa o filme: "A vida dissoluta dos ricaços é mostrada neste passeio a uma ilha vulcânica. Um misterioso acontecimento perturba o ambiente: Anna (Lea Massari) desaparece na ilha e ninguém consegue encontrá-la. O que poderia ser apenas um thriller, transforma-se, sob o toque de Antonioni, em um campo de batalha existencial, no qual os personagens se confrontam com suas ambigüidades, sua fragilidade, seu egoísmo, sua relação sempre insuficiente em relação ao outro." Em "O Eclipse" também de Antonioni, destaco o apartamento da vizinha africana da personagem de Monica Vitti, que desconcerta a personagem de Monica Vitti, com seus quadros etnográficos, com toda aquela vida africana dentro daquele apartamento italiano. Há então uma passagem inusitada no filme quando Monica Vitti simula uma dança africana, pintada e vestida a caráter, aparentemente sem muita coerência dentro da narrativa. Adoro quando o filme de repente me leva para outro lugar. Em "A Febre do Rato" de Cláudio Assis, há uma cena que um dos personagens diz ao poeta "gosto das coisas que não entendo". Quando vejo vários filmes num mesmo final de semana, e entre eles tem um blockbuster (mesmo que não seja um blockbosta) que vejo para me atualizar, e também tem um desses filmes considerados difíceis, o filme comercial entra fácil e sai fácil; já o filme, digamos, mais complexo, às vezes entra com mais dificuldade, mas fica. Sempre fica algum momento do filme ecoando durante toda a semana, e às vezes para toda a vida.


5- Sua obra audiovisual levanta uma questão sobre a categorização, como você pensa isso? 

Carito: Recentemente, no festival de Barra de Camaratuba, uma espectadora falou algo a respeito... No caso, sobre "Road Movie Num Quarto Fechado"... Acho que ela me perguntou se o filme era ficção ou doc ou videoclipe, pois ela não conseguia entender qual categoria ele se encaixava... Outra vez, no Goiamum, alguém veio me perguntar se "Operação Plástica com Flávio Freitas" era um documentário, pois não parecia... Durante uma exibição desse filme na UNP, um aluno do curso de cinema me disse que o filme introduzia no doc a linguagem do videoclipe... Não sei se isso é feito de forma consciente, o quanto isso é espontâneo ou provocado, mas gosto dessa ambiguidade e talvez eu naturalmente caminhe cada vez mais pra ela. Durante o curso "Cinema de um homem só" de Gustavo Spolidoro, nessa última edição do Sagi Cine, me identifiquei muito com o conceito de "filme-ensaio", onde o acaso guia o filme, e ele não se encaixa numa categoria específica.


6- Por está inserido nesse contexto como você analisa o setor audiovisual na cidade de Natal? #Políticas de incentivo específicas; #ação dos grupos, #ABDC-RN, #festivais, #parceiros e #público.

Carito: Tudo ainda engatinhando, se organizando, mas acho que num momento bem melhor - a ABDC-RN avançou, os festivais vão bem, as políticas públicas ainda vão mal, mais e melhores realizadores estão surgindo, o público é uma interrogação: por exemplo, na SEDA Helena lotou, a oficina que eu e Vlamir demos no Solar Bela Vista foi lotada todos os dias com excelente feed-back, mas às vezes acontece eventos super-legais e não vai ninguém. Uma das melhores oficinas que fiz, de roteiro, promovida pelo Seminário Cine Natal, tinha pouquíssima gente, praticamente só o pessoal aprovado no edital da prefeitura.


7- Qual sua opinião sobre a produção local no que diz respeito as obras audiovisuais? #qualidade, #conceito, #inovação, #profissionalização, #potência

Carito: É muito delicado eu falar sobre isso, visto que também sou realizador, e não sou crítico de cinema para julgar as obras dos colegas. Estamos amadurecendo. Acho que o grande desafio é alcançarmos um nível de qualidade associado à sustentabilidade.


8- É comum ouvirmos as pessoas dizerem: "Ah, mas não temos cinema no RN, agora que está começando a aparecer as movimentações, filmes, eventos, etc". Concordas com essa afirmação que vem sendo dita nas rodas de conversas? 

Carito: Realmente... como eu já disse antes aqui, estamos ainda engatinhando, mas faz tempo que começamos a engatinhar... Alguém já assistiu o Boi de Prata, de Augusto Ribeiro Junior? Ribeira Velha de Guerra, de Augusto Lula? Palarveando, video-clipe dirigido por Mario Ivo Cavalcanti? Mario Ivo já teve um video-minuto classificado em um festival na Itália, mas acho que pouca gente sabe. Se formos comparar nossa história audiovisual com a produção da Paraíba e Pernambuco, por exemplo... realmente é foda! Mas acho que precisamos nos auto-visibilizar mais... 


9-  Quais são as suas expectativas para a cena audiovisual na cidade de Natal daqui pra frente?

Carito: Espero que possamos nos unir mais, nos organizar mais, e fazermos um audiovisual de qualidade! Tudo vale a cena se a alma não é pequena. Que vivam as 5ds, Black Magics e também celulares e outros ares... Mais conceito, e menos preconceito! 


10- Cite 3 obras contemporâneas que mais gostou produzidas por realizadores potiguares.  

Carito: Fala Comigo, de Eli Santos; Abraço de Maré, de Victor Ciriaco; e Bolou, de Rodrigo Sena.



É isso. E quem quiser conhecer um pouco do trabalho audiovisual de Carito seguem três links:

Noturnos, de Carito Cavalcanti e Joca Soares: https://www.youtube.com/watch?v=O4w2tarz5oA

Operação Plástica com Flávio Freitas, de Carito Cavalcanti e Joca Soares: https://www.youtube.com/watch?v=vrGUjtGZFoo

Estirado no Estirâncio, de Carito Cavalcanti: http://www.youtube.com/watch?v=lDapjKN0qZg


sábado, 30 de novembro de 2013

Goiamum Audiovisual - 7º edição [Registrando a participação]


De 25 a 29 de novembro aconteceu a 7º edição do Goiamum Audiovisual, evento anual que acontece desde 2007 na cidade de Natown. Há dois anos vem sendo realizado no âmbito do IFRN Cidade Alta, um espaço incrível que vem ultrapassando a lógica meramente acadêmica e se consolidando como um celeiro cultural na cidade, ponto de grandes movimentações artísticas e sociais. 
O IFRN é um local, além de lindo, bem equipado, o que faz com que todo evento que ocorra por lá tenha uma base bem bacana. Salas ótimas, com projetor, som, pc´s, tudo com cheirinho de novo ainda. O pátio ao ar livre, catina, profissionais educados e sempre dispostos a ajudar, bem assim foram as minhas experiências por lá. Mas voltando ao Goiamum...
O festival proporcionou uma programação super refinada, trazendo nomes de força nacional que compartilharam de seus saberes com quem se fez presente nos debates, oficinas, conversas informais, etc. Acho que, inclusive já falei sobre no debate com os realizadores, acredito que a programação não tenha sido bem orquestrada, mais proveitoso para todos seria se as atividades tivessem sido melhor distribuídas, pois ao mesmo tempo que rolavam as oficinas, acontecia em paralelo, debates importantes, que diz respeito também as pessoas que estavam nas oficinas, visto que é um evento de audiovisual e o público é a turma que passeia pela linguagem e tem interesse nos temas que foram abordados nas ações, isso significa dizer, somos sempre os mesmos.
Eu saí da oficina de Produção Audiovisual, com Fernando Zagallo, várias vezes para estar presente no Fórum da ABDC-RN, no debate sobre os Festivais, no conversa com os realizadores, enfim, não aproveitei como poderia.
Acredito também que as oficinas muitas vezes se tornam cansativas, pois são longos dias, muitas vezes desnecessários para a abordagem do conteúdo, acaba havendo uma repetição, consequentemente um esvaziamento, e sobretudo impossibilita que a pessoa possa fazer mais de uma oficina dentre as oferecidas. 
As mostras estavam top nessa 7º edição. A cada ano a coisa vem ficando mais séria. (Risos...)
Acho legal os dois programas, nacional e estadual, porém infelizmente a partir do momento que houve a criação da estadual nenhum curta do RN esteve presente na nacional, tendo das outras vezes acontecido a representação, ano passado com Road Movie Num Quarto Fechado, de Carito Cavalcanti e ano retrasado tendo Operação Plástica com Flávio Freitas, do mesmo diretor em parceria com Joca Soares. 
Aí vem a polêmica, todo mundo ficou satisfeito com a Mostra Estadual, tudo nos conformes, caso não houvesse essa Mostra local, nenhum filme do RN estaria no Goiamum de 2013, a não ser na tradicional Mostra Desentoca, que exibiu 8 curtas. 
Quando assisti a Mostra Nacional Competitiva intitulada CURTA GOIAMUM, percebi como o tom do material exibido estava em consonância com as mostras de outros grandes festivais, são, de fato, curtas com potência para grandes festivais, a linguagem já bem aprimorada, com técnica primorosa, muitos até parece mais um comercial daqueles que servem de referência para a modinha publicitária, quando se trata de técnica. São narrativas por vezes tradicionais, porém são bons, tem qualidade estética, abordam temas interessantes, outras já se valem mais da ousadia, mas eu tenho percebido uma certa fórmula.
Na Mostra Competitiva Local, (ah para essa eu quero um post específico), leia o próximo, comentarei todos os curtas da Mostra. 
Enfim... o Goiamum é um evento de referência, deve ser OCUPADO! como disse o William Hinestrosa e ressaltou o Pedro Fiuza na cerimônia de encerramento do festival.  Infelizmente ainda não existe uma aderência fervorosa, entendo que seja difícil para todos participarem de tudo, porém é importante chegar junto, dar uma força na divulgação, assistir uma mostra, uma oficina ou um debate, ou apenas ir visitar a feirinha que ficou montada no pátio, tomar cerveja no Zé Reeira e fofocar. Foi uma felicidade levantar após a exibição da Mostra Local e ver que o auditório estava lotado, porém a programação não era só aquela mostra. A conversa com o diretor do filme o Renascimento do Parto deveria estar tão lotada quanto a exibição do filme, pq foi massa, sobretudo para os realizadores, pois o tema era sobre distribuição alternativa, e a galera vive reclamando que distribuição e janelas de exibição é o grande pro, então cadê você pra trocar essa ideia e aprender um pouco mais. De realizador só quem estava presente era Carito, Dênia, Rodrigo Sena e Vlamir, o resto era gente da produção e depois foi chegando mais umas 3 ou 4 pessoas, que pelo que percebi eram amigos do Aristeu Araújo, o cara que após Eduardo Chauvet trocar ideia sobre distribuição, conversou com os presentes sobre filmes de baixo custo, que por sinal, foi demais!
Então assim, quem perdeu, perdeu, só ano que vem agora. Esse texto é só um rascunho pra registrar aqui nesse meu diário virtual essa ocasião que considero tão importante. Pois para mim, o Goiamum é uma referência, ele que me inspira para a realização da Semana do Audiovisual, que me oferece suporte para aprender cada vez mais.
Parabenizo a todos os envolvidos, a produção só tem fera, pessoas que já vem atuando a longas datas, honestas e que se esforçam para realizar um evento bonito e produtivo. 

Valeu Goiamum! Vida Longa!


Para saber mais:

Curta a fanpage do festival> https://www.facebook.com/goiamum?fref=ts

Assista as atividades que foram transmitidas na 7º edição> http://www.youtube.com/channel/UC_zCJngecZzzB4oMVq0oL3w?feature=watch



Nathalia Santana